A forma como as pessoas compram mudou. Hoje, antes de decidir, o cliente pesquisa, compara, lê avaliações, assiste a vídeos e conversa com outras pessoas. Ainda assim, uma das maiores barreiras permanece: a dúvida sobre como aquele produto ou solução vai funcionar na sua realidade.
É exatamente nesse ponto que a realidade aumentada (RA) ganha força. Ela permite que o cliente “traga” o produto para o seu contexto sem sair do lugar. Em vez de imaginar, ele vê. Em vez de supor, ele testa.
RA, quando bem integrada ao funil de Marketing e Vendas, não é apenas um recurso tecnológico interessante. Ela se torna uma ferramenta estratégica para reduzir objeções, aumentar a confiança e, consequentemente, melhorar a taxa de conversão.
:Realidade Aumentada é a sobreposição de elementos digitais ao mundo real, geralmente por meio da câmera do celular ou de outros dispositivos. No contexto de Marketing e Vendas, isso significa:
Quando trazemos isso para o funil, a RA deixa de ser apenas “experiência” e passa a ser parte da jornada:
Do ponto de vista do cliente, a RA atua diretamente em três pontos sensíveis:
Risco percebido:
Confiança na escolha:
Agilidade na decisão:
A RA pode ser integrada em diferentes etapas da jornada. Alguns exemplos:
Topo de funil (atração)
Meio de funil (consideração)
Fundo de funil (decisão)
Pós-venda
Embora a realidade aumentada possa ser aplicada em diferentes contextos, alguns segmentos tendem a ter ganhos mais imediatos:
Quando a realidade aumentada é pensada estrategicamente, alguns resultados tendem a aparecer:
Aumento da taxa de conversão:
Clientes que conseguem visualizar o produto no próprio contexto tendem a decidir com mais segurança.
Redução de devoluções e trocas:
Menos compras “no escuro”, mais alinhamento entre expectativa e realidade.
Ciclo de vendas mais curto:
Menos tempo gasto em explicações repetitivas e mais foco em objeções realmente relevantes.
Diferenciação de marca:
A empresa passa a ser percebida como mais inovadora, atualizada e centrada na experiência do cliente.
Por outro lado, é importante evitar alguns erros comuns:
Tratar RA como algo isolado da estratégia:
Não basta “ter uma experiência em RA”. É preciso saber onde ela entra no funil, qual objetivo atende e como será medida.
Criar experiências complexas demais:
Se o cliente precisa de muitos passos, downloads ou configurações, a adesão cai. A experiência precisa ser simples e intuitiva.
Ignorar a qualidade da experiência:
Modelos mal feitos, baixa precisão ou falhas constantes podem gerar o efeito oposto: frustração e perda de confiança.
Para que a realidade aumentada seja tratada como parte da estratégia, é fundamental definir métricas claras. Alguns exemplos:
A RA se torna ainda mais poderosa quando conectada a outros pilares do marketing digital:
Conteúdo
Mídia paga
E-mail e automação
Vendas e atendimento
Na Evva Digital, nós acreditamos que tecnologia só faz sentido quando está a serviço de uma estratégia clara e de resultados reais. A realidade aumentada é um exemplo disso: não é sobre ter o recurso mais sofisticado, e sim sobre usá-lo para aproximar a marca do cliente e facilitar decisões melhores.
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